Se você conversar com seus amigos, seja na empresa, faculdade, internet ou até mesmo em uma festa, tem sempre alguém falando em “projeto”, palavra que começou a fazer parte com mais frequência em nosso cotidiano. Para tudo de novo que se pretende fazer, é dado o nome de projeto, seja para construir uma casa, fazer uma viagem, criar uma lei, ou até mesmo o seu projeto de vida. Mas afinal, o que é um projeto?
Segundo o PMBOK, “projeto é um esforço temporário empreendido para criar um produto, serviço ou resultado exclusivo”. É importante ressaltar que possui um objetivo específico e único. Normalmente possui recursos finitos (pessoas, investimentos, equipamentos, etc).
Um projeto é temporário por ter seu começo e fim definidos e conhecidos. Se não tem fim, é um produto, um processo ou uma operação. Tem um objetivo específico porque deve estar claro qual a meta do projeto, ou seja, o resultado esperado. E é único pois não se repete, por mais que você irá fazer a mesma coisa, como por exemplo, construir uma nova casa com o mesmo projeto (planta), essa será única pois algumas características serão alteradas (tempo, imprevistos, variações ambientais, material, equipe, etc).
Quando falamos de projeto, temos basicamente cinco fases: iniciação, planejamento, execução, controle e finalização. Dessas fases, a fase de planejamento é considera muito importante pois determinará o curso de todo o projeto (início, meio e fim), logo deverá ser bem feita.
Mas afinal, é mais importante planejar ou executar? Será que devemos investir a maior parte do tempo do projeto em planejamento ou começar a executar e com o tempo realizar as adequações? Essa é a grande dúvida quando falamos em criar um produto ou serviço onde envolve desenvolvimento de software.
Nos próximos posts irei falar sobre projetos de desenvolvimento de software, metodologias ágeis e compartilhar experiências (boas e ruins).
Muito se tem falado sobre Cloud Computing, mas esse é um conceito que há muito tempo já é utilizado. Um exemplo claro disso são os serviços de webmail terceirizados oferecidos para empresas, onde se paga pela quantidade de armazenamento utilizado. Entretanto, o termo se popularizou com a disponibilização simplificada de recursos computacionais (processamento e memória) sobre demanda (pague o que utilizar) para pequenas e médias empresas. Isso possibilitou que essas empresas, normalmente sem muito dinheiro em caixa, não precisassem pagar por máquinas caras à espera de uma possível grande carga em seus sistemas. Agora é possível pagar por poucos recursos computacionais em momentos de pouca utilização e por mais recursos quando o tráfego aumenta. Isso tráz um grande ganho e melhores resultados a essas empresas.
A popularização desses mecanismos, representado principalmente pelo Amazon Elastic Compute Cloud (Amazon EC2, http://aws.amazon.com/ec2/), cria a cada dia novas oportunidades para pequenos sistemas competirem com grandes e ricos sites. Porém, tráz também grandes desafios para os arquitetos de software. Com a facilidade de adicionar novas máquinas à estrutura que suporta a sua aplicação, como projetar um sistema que pode ter partes sendo migradas para outras máquinas em busca de mais recursos? Como gerenciar, de forma segura e eficiente, os dados que terão que trafegar entre essas novas máquinas? Quando é realmente necessário mais recursos? Como otimizá-los para não pagar pelo que não é necessário?
Tentarei discutir mais sobre esses desafios em meus próximos posts…
Gostaria de dar as boas vindas a mais um novo cliente da Samba: Now!Digital, um dos mais respeitados veículos de comunicação focados em tecnologia do Brasil. Com muito orgulho, damos as boas vindas a publicações como IDG Now, ComputerWorld, CIO, Macworld, PCWorld entre outras.
A Samba será a plataforma de vídeos online de todo o grupo, fornecendo a tecnologia para implantar a estratégia de vídeos da Now!Digital.
A todos os membros da Now!Digital, em especial Silvia Bassi (@silviabassi) e Ralphe Manzoni (@rmanzoni). Esperamos que nossa parceria seja extremamente bem sucedida e que rendamos ótimos frutos.
Nada melhor que começar a segunda-feira com uma surpresa. Ainda melhor quando ela é inovadora.
Isso foi o que aconteceu com a família Samba hoje (22/jun)! Ao entrar pela porta da empresa, os funcionários se depararam com, além do tradicional totó, adesivos nas parades.
Todas as salas da empresa foram plotadas com temáticas e nomes diferentes. Cada uma com uma identidade e com desenhos e cores acompanhando o conceito.
Abaixo estão as fotos do antes depois do escritório.
Invente! Promova um projeto independente ou experimental. Ele pode ser bem aproveitado a qualquer momento.
Sala de Administração -ORQUESTRA
Incansavelmente dinâmicos: “Adaptamos nossa companhia, nossas atitudes para ser e fazer sempre o melhor da Samba Tech”.
Sala do Vídeo-Game/Cozinha -ESPAÇO
Sem gravidade, apenas relaxe e deixe a mente fluir. Este é o segredo das idéias criativas que alimentam a produtividade da nossa empresa.
Sala de Reunião -DIVÃ
Focados no cliente: “Somos uma empresa que ouve as necessidades de negócio dos nossos clientes e fornece soluções simples, intuitivas e customizadas para exceder suas expectativas”.
Sala de TI/Design -BASE GEEK
Passionalmente pró-ativos: “Somos guiados por um desejo interno de melhorar constantemente, e de resolver os problemas e desafios de nossos clientes antes que eles existam”.
A Cisco Systems, empresa de tecnologia baseada na Califórnia, divulgou um relatório ontem que mostra previsões interessantes para o mercado de vídeos no mundo, inclusive, dando alguns destaques pra América Latina.
Quem tiver interesse em ler o report na íntegra, pode fazê-lo aqui.
Alguns dados interessanes sobre o relatório são:
- O Tráfego Global chegará a 44 exabytes por mês em 2012, comparado com menos de 7 exabytes por mês em 2007.
- O tráfego mensal em dezembro de 2012 será 11 exabytes maior que em dezembro de 2011.
- Tráfego de dados através de aparelhos celulares dobrará a cada ano à partir de 2008 até 2012. O tráfego americano passará o japonês em 2012.
- Em- 2012 os vídeos para Internet serão 400 vezes maior que o tráfego de internet dos Estados Unidos em 2000.
- A representatividade dos vídeos para internet saltaram de 16% em 2006 para 22% em 2007. Video-on-demand, IPTV, peer-to-peer (P2P) video, e Internet video serão responsáveis por cerca de 90% de todo o tráfego IP em 2012.
A Microsft tem mostrado alguns vídeos vindos do seu laboratório de Inovação que são fantásticos. Os vídeos mostram uma nova linha de design da empresa do tio bill.
Legal notar no vídeo abaixo que além do design inovador a empresa está apostando em algumas tecnologias que devem revolucionar os softwares num futuro próximo:
1. Tradução simultânea;
2. Reconhecimento facial/voz;
3. Interatividade usando a mão (painéis multi-touch);
O conceito de Software como Serviço ainda é novo, mas já tem muita gente comentando sobre o assunto. Nas minhas andanças por clientes e prospects da Samba coletei algumas perguntas que geralmente me são feitas:
Qual a diferença entre SaaS (Software as a Service) e um software tradicional?
O modelo de negócios de SaaS começou mesmo a ficar conhecido quando o Google, ao contrário da Microsoft, criou aplicações na web que poderiam ser usadas de qualquer lugar, através da Internet. Essas aplicações ficavam espalhadas pro servidores no mundo todo e eram ofertadas de graça para os usuários da empresa. A Microsoft, por sua vez, exigia que você comprasse e instalasse seus softwares localmente no seu computador. O que não acontece no SaaS, onde tudo é acessado sem a necessidade de instalação de software ou compra de hardware.
Essa evolução de modelo de negócios na indústria do software só foi possível com o aumento da velocidade das conexões de internet e a maior abrangência do acesso.
Quais as vantagens do SaaS?
No modelo de SaaS não existe instalação de software. Com isso, o cliente não precisa gastar dinheiro com implementações e hardwares caros. Além disso, o software fica disponível em qualquer lugar, desde que se tenha acesso à Internet. É possível até mesmo acessar o sistema pelo celular, por exemplo.
O Time to Market também é bem reduzido, uma vez que com uma aplicação on demand, é possível iniciar um projeto em dias ou horas. Diferente de um software que precisa ser implementado localmente.
No SaaS as atualizações também são mais constantes. No caso da Liquid Platform, por exemplo, existe uma atualização mensal de features. Assim, o cliente sempre fica com o que existe de mais moderno em aplicações para gestão de videos online.
É mais barato usar SaaS?
Sim. Neste modelo o pagamento é mensal, como um aluguel. Diferente do modelo tradicional que exige um pagamento alto inicial.
Com grande satisfação anunciamos mais um cliente: Conspiração Filmes.
Desde a semana passada no ar, a produtora inaugurou o novo Site Institucional com todos os vídeos utilizando a tecnologia da Liquid Platform, disponibilizando campanhas publicitárias no ar e usufruindo da escalabilidade da infraestrutura da Liquid.
Seja bem-vindo Conspiração! Vida longa à parceria!
=D
Clique aqui para ver o site da Conspiração Filmes.