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Arquivo julho/2009

Samba dá boas-vindas à Abril Digital

Por Samba Tech em Samba no Mercado em julho.29.2009

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É com muito orgulho que a Samba Tech anuncia seu mais novo cliente: Abril Digital, segmento que reúne o conteúdo digital das 32 marcas da Editora Abril. Os vídeos de publicações como Exame, Veja, Caras, Playboy, Superinteressante e Você S.A. – entre outras – estão habilitados a utilizar os serviços de gerenciamento, armazenamento e distribuição de vídeos nas páginas da web.

Com a utilização da Liquid Platform por parte dos editoriais da Abril Digital, a empresa estará participando da revolução na comunicação digital. Com os vídeos relacionados às matérias disponibilizados de forma simples e dinâmica, os clientes e leitores terão uma experiência diferenciada ao acessar os conteúdos.

A combinação entre a tecnologia da Samba e o conteúdo da Abril Digital resultará em um produto de ótima qualidade de som e imagem, que poderá ser assistido de qualquer parte do mundo.

A todos os membros da Abril Digital, esperamos que nossa parceria seja extremamente bem sucedida e que ela renda ótimos frutos.

Clique aqui para ver a matéria da parceira no Meio e Mensagem

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Samba é finalista do Premio Dell de Excelência em Tecnologia

Por Samba Tech em Samba Awards em julho.29.2009

Caros,

Com muito orgulho gostaria de compartilhar com vocês a notícia que a Samba foi eleita uma das 10 finalistas do Prêmio Dell de Excelência em Tecnologia 2009.

Já ganhamos um notebook da Dell e agora vamos buscar o caneco =D. O prêmio final é R$57.500 em produtos Dell e uma viagem para conhecer pessoalmente a sede da Dell e o próprio Michael Dell.

Quem quiser conferir o site oficial do Prêmio: http://www.dell.com.br/premiodell

Fiquem na torcida e vamos que vamos!

Abraços

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Logística Digital: a solução para a comunicação online por vídeos

Por Samba Tech em Samba no Mercado, Zoom no Mercado em julho.17.2009

Já vimos no post “Comunicação online por vídeos: Grande oportunidade, mas grandes desafios” que “o vídeo como forma de complemento à informação que se deseja transmitir, além de agregar valor ao conteúdo, transforma a experiência do usuário final em uma atividade mais prazerosa e menos cansativa. Comparando com textos, as informações por vídeos conseguem chamar mais a atenção dos clientes”. Só que para que o espectador consiga assistir o vídeo na internet é necessário uma rede de serviços que armazene, gerencie e distribua a mídia com segurança em todo o processo.

Essa rede de serviços é o que chamamos de Logística Digital. Para explicar o que esse conceito significa, vou contar uma história fazendo uma analogia com a Logística Tradicional.

Logística

Imagine uma empresa de vinhos que deseja entregar sua carga de um lugar a outro do Brasil. O vinho tem que ser transportado na horizontal, na temperatura adequada e – é claro – sem que uma garrafa esbarre na outra. Tendo esses pressupostos, uma empresa de logística tem que conhecer o trajeto e escolher a forma e meio mais apropriado para que o serviço seja o mais eficiente possível. Ela é responsável por otimizar o processo de armazenagem, gerência e distribuição dos produtos de seus clientes. Cliente esse que só está interessado no resultado final, ou seja, segurança em todo o processo, entrega no prazo combinado e serviço eficaz.

O que a Logística Digital faz é exatamente o que a Logística Tradicional fez com os vinhos, só que arquivos digitais. Como a comunicação digital – especialmente por vídeos – é uma tendência comprovada, o grande desafio é tornar a informação comum e/ou disponível. Ao utilizar a internet como estrada, ou malha rodoviária, a Logística Digital tem o objetivo de organizar todo o processo, desde a produção da mídia digital até a distribuição para o público final, passando por processos como monetização, transformações dos arquivos, edição e categorização.

A grande chave do sucesso da logística digital é entender a necessidade do cliente e planejar a forma mais eficiente de executar a demanda. Otimizar o processo para que o conteúdo seja armazenado, protegido, gerenciado e distribuído inteligentemente é o grande desafio dessa atividade.
Tomando como base a atmosfera digital, até aqui, parece que não há nenhuma novidade. Abaixo estão as vantagens desse processo.

Otimização do processo - O conceito de logística já carrega o fato de otimizar todo o processo de gerenciamento de conteúdos. Toda a cadeia de processos é mapeada a fim de tornar os serviços em funções automáticas, sem burocracia ou sistemas complexos, munindo o cliente de informações sobre tráfego, armazenagem, número de cliques em uma página final e visualizações de conteúdos.

Velocidade na entrega – A chave da logística digital é promover uma maior velocidade na entrega dos vídeos. Com mais dados entregues em maior velocidade, maior a chance da mensagem agregar mais valor e do usuário se interessar em consumir as mensagens, uma vez que o tempo de carregá-las será bem menor.

Redução de custos em armazenagem – Para empresas que detém ou produzem conteúdos digitais em grande quantidade, a armazenagem tem que suprir o grande volume de mídia. Pensando nisso, na logística digital, o armazenamento é feito totalmente de forma elástica e flexível. Através de servidores externos espalhados por diversas regiões, todos os vídeos são armazenadas com total segurança e sem limite de espaço. Tudo isso com alta capacidade de memória e sem que haja a necessidade de estoques físicos.

Total controle do conteúdo – A grande dificuldade de empresas que produzem grande quantidade de arquivos de mídia digital é ter total controle acerca de exibições, custos e volume. O sucesso desse elo do ecossistema está em dois pontos cruciais: fazer com que o gerenciamento do conteúdo seja convergido para um ponto único, tangível e de fácil visualização; e apresentar relatórios analíticos que permitam o entendimento de com as mídias estão sendo consumidas.

Dessa forma, com essas vantagens, a logística digital se mostra a solução ideal para resolver os gargalos no que diz respeito à organização e distribuição das mídias. Esse modelo faz com que aqueles que detém ou produzem conteúdos, os disponibilizem na internet da forma mais rápida, fácil e segura, trabalhando para guiar a estratégia digital da empresa.

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À Beira de Caos

Por Samba Tech em Samba Insight em julho.9.2009

Uma constante nas empresas que trabalham com TI é a complexidade dos projetos de desenvolvimento de software, não importa se a empresa é pequena, média ou grande.  Não é raro encontrarmos empresas fazendo grandes investimentos na tentativa de reluzi-la, porém tais investimentos não trazem o retorno esperado. A razão disso é que a área de TI vive da complexidade e por esta razão extingui-la vai contra seu próprio instinto de sobrevivência.

Espectro da Complexidade no Processo de Desenvolvimento de Software

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Projetos simples em TI são aqueles em que os requisitos são totalmente conhecidos e as tecnologias utilizadas estão 100% dominadas, porém estes projetos não geram retorno financeiro uma vez que podem ser considerados “commodities”. Por outro lado, projetos onde os requisitos são totalmente desconhecidos e que precisam ser desenvolvidos utilizando-se de ferramentas “experimentais”, por melhor que seja o retorno financeiro, não são executáveis.

Assim sendo, ao contrário do que muitos acreditam, as empresas de TI não querem tornar as coisas simples. Na verdade elas querem estar à beira do caos (ponto ótimo da curva do ROI). Esta é uma das principais razões para as inúmeras tentativas em busca de um Shangri-la de simplicidade fracassar.
Em resumo, empresas de TI não podem trabalhar com projetos simples. Ao contrário, elas precisam encontrar formas para trabalhar à beira do caos, mas isto já é assunto para o próximo post.

Referência:
KEN SCHWABER, Agile Project Management With Scrum: Microsoft Press, 2004

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A importância da caracterização de carga na comunicação entre os setores de TI e financeiro

Por Samba Tech em Samba Insight em julho.7.2009

Podemos definir a carga de trabalho como o conjunto de todas as entradas que o sistema recebe do seu ambiente durante algum período de tempo. A carga de trabalho pode ser dividida em três níveis: de negócios, funcional e físico.  No nível de negócios são descritos os planos corporativos e de negócios assim como o modelo de cobrança adotado pela empresa.  No nível funcional são descritos os programas, aplicações e ações que podem ser executadas no sistema.  No nível físico são descritos a arquitetura  e o consumo de recursos físicos como: utilização de CPU, quantidade de dados trafegados na rede e utilização de disco.

O objetivo da caracterização da carga é a extração de conhecimentos do sistema. Por exemplo, nos estudos feitos por Greg Linden ele constatou que todo aumento de 100ms na latência das transações na Amazon custa a ela 1% de suas vendas. No caso da Google,  ele percebeu que cada 0,5 segundo de atraso extra na geração de páginas reduz seu tráfego em 20%.

Um ponto interessante da caracterização de carga consiste em relacionar os dados estatísticos dos servidores com os programas e as aplicações que constituem o sistema e mapear estes dados no modelo de negócios da empresa. Isso irá facilitar a comunicação do setor de TI com o departamento financeiro da empresa. Uma boa comunicação entre os setores de TI e financeiro é fundamental. Nem sempre a pessoa que faz requisições onerosas para a aquisição de recursos de hardware é a mesma pessoa que os aprova. Normalmente líderes financeiros e de negócios devem confiar implicitamente que seus engenheiros estão provendo informações precisas quando eles requisitam capital para a aquisição de recursos. Isso ocorre quando não existe nenhum tipo de caracterização da carga do sistema ou quando esta caracterização apenas alcança os níveis físico ou funcional.  Por exemplo, ao caracterizar apenas o nível funcional os engenheiros serão capazes de dizer quando é necessário comprar mais equipamento, mas não serão capazes de dizer qual o retorno financeiro esses gastos irão gerar.

Uma caracterização de carga relacionando os níveis físico, funcional e financeiro irá ajudar aos engenheiros entenderem como as métricas de desempenho influenciam no sucesso dos negócios. Esse relacionamento irá fazer com que o setor financeiro não veja o setor de tecnologia como um centro de custos, mas sim como um produtor significante de lucros. Nesse caso, gastos futuros de capital irão possuir um contexto real bem definido, com isso o setor financeiro será capaz de entender o valor que os investimentos em tecnologia trazem. Além disso, o mapeamento das operações funcionais oferecidas pelo sistema com os níveis de negócio e físico tornará possível a determinação da relação custo-benefício de cada uma dessas funcionalidades. Esse conhecimento irá facilitar a tomada de decisões como por exemplo, se deve ser  investido mais em determinada funcionalidade, terceirizá-la ou até mesmo retirá-la do sistema.

Referências

* Daniel A. Menascé, Virgílio A. F. Almeida, Larry W. Dowdy, “Performance by Design: Computer Capacity Planning by Example”, Prentice Hall, 2004.

* John Allspaw, “The Art of Capacity Planning: Scaling Web Resources”, O’Reilly, 2008.

* Greg Linden,  “Make Data Useful”, Stanford University, http://glinden.blogspot.com/,  december, 2006.

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Comunicação online por vídeos: Grande oportunidade, mas grandes desafios.

Por Samba Tech em Zoom no Mercado em julho.3.2009

O uso de vídeos na internet pode ser considerado um momento de entretenimento à frente dos computadores, no entanto tais mídias são extremamente úteis em processos de comunicação em geral. O vídeo como forma de complemento à informação que se deseja transmitir, além de agregar valor ao conteúdo, transforma a experiência do usuário final em uma atividade mais prazerosa e menos cansativa. Comparando com textos, as informações por vídeos conseguem chamar mais a atenção dos clientes.

O processo existente na produção das mídias digitais – especialmente vídeos -  passa por etapas em que a capacidade de entrega do conteúdo digital é primordial. A forma como essa distribuição ocorre e as influências que ela traz aos resultados finais são características de suma importância para o sucesso da experiência do espectador.
As informações trocadas, os conteúdos distribuídos e a armazenagem são cruciais para o sucesso de qualquer mercado. Empresas que lidam com vídeos, encontram algumas dificuldades na hora de transformar a ideia de comunicação em prática real.

Abaixo cito alguns dos principais gargalos enfrentados em todo o processo de comunicação online por vídeos.

Armazenagem - Muitas empresas produzem ou possuem diversos arquivos com tamanhos variados. O problema se encontra em adquirir meios para o armazenamento em larga escala e que possibilite o controle do que está arquivado.

Tratando do modelo tradicional de armazenagem temos duas principais formas:

Servidores dedicados são um grande pólo de custos. Nesse modelo de negócios, o custo aumenta, de maneira exponencial à medida que o conteúdo armazenado aumenta. Isso desencoraja o cliente a produzir cada vez mais conteúdo, ou então o obriga a limitar seu estoque.  Tomando em consideração que o valor pago pela banda mensal é fixo, temos uma situação em que o cliente paga um custo alto por tempo ocioso.

Servidores físicos internos necessitam de grande investimento inicial para a aquisição de estruturas físicas internas. Com a utilização de hardwares, a manutenção através do manuseio humano,  e o processo de gerenciamento das mídias se torna custoso e engessado. Além disso, esse método não é a forma mais segura de armazenagem, uma vez que sendo servidores locais eles estão sujeitos a qualquer interferência.

Segurança - O processo de proteção do conteúdo tem que ser cuidadoso, desde a armazenagem correta até a segurança da distribuição. Algumas informações como são de total sigilo, implicam a necessidade de um sistema de controle, privacidade e acesso, em todo o processo. Não só a mídia – ou informação – tem que ser protegida. O processo também tem que ser seguro, garantindo que a tecnolgoia irá suportar a entrega do conteúdo.

Clientes específicos necessitam de formas de armazenagem e distribuição específicas, porém todos eles prezam pela certeza do controle e da segurança.

Distribuição – Muitas empresas detêm conteúdos digitais, mas não sabem como distribuí-los na internet, seja para atingir o público interno ou externo. Esse é um grande entrave no que diz respeito ao processo de comunicação. Saber a melhor forma e o melhor meio de fazer o conteúdo desejado chegar ao público alvo é um grande desafio. Muitas vezes a distribuição é feita de forma a gerar mais custos do que o esperado ou mesmo necessário.

Como o conteúdo digital tem grande alcance, quanto mais abrangente for a distribuição, mais chance o detentor tem de que sua mensagem atinja seu público alvo. Dessa forma, saber onde o seu público está e disponibilizar o conteúdo para o maior número de canais que irão atingi-lo é algo sensível no mundo digital.

Nos próximos posts vou levantar quais são as soluções para resolver esses gargalos.

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Ferramentas web 2.0 no mundo corporativo

Por Samba Tech em Zoom no Mercado em julho.2.2009

Gente jovem, como nós aqui da Samba, está assumindo um papel de liderança em grandes empresas em diversos setores. Tenho amigos que estudaram comigo na ESPM e que com 27 anos ou menos já assumiram cargos estratégicos em importantes companhias nacionais como L’oreal, TIM Brasil, Magazine Luiza, Nestlé, P&G etc.

Essas pessoas enxergam a Internet de maneira diferente. Para elas um vídeo passa mais informações que um texto completo, mesmo que bem escrito. Blogs são mais interessantes que jornais e revistas, e a vida sem o Twitter não tem graça nenhuma. É este o contexto atual que desafia e amedronta empresas de peso como IBM, Cisco e Microsoft, que até pouco tempo atrás vendiam softwares e hardwares em caixinhas. Agora, na era do Youtube, Twitter, Facebook, e Google, elas precisam se transformar para conseguir crescer.

Como estratégia de sobrevivência essas grandes empresas de tecnologia estão apostando em dois caminhos claros para abordar seus novos prospects:

- Cloud Computing

- Software como Serviço

Exemplos recentes dessa caminhada foi o lançamento do LotusLive pela IBM e novas funcionalidades de Social Networking no Windows Live da Microsoft (possibilidade de adicionar contas do Twitter, Facebook, Last.fm etc). Além disso, a pouco tempo a Cisco comprou a Webex, que é uma aplicação SaaS de apresentações online.

E a Samba, por ser uma Startup, já estava antenada em tudo isso. Em 2007 lançamos nossa primeira plataforma de gestão de vídeos sob demanda, construída em cima de infra-estrutura elástica (cloud computing), que nos permitiu criar uma aplicação robusta e que suportasse o crescimento de nossos clientes. O modelo, já naquela época, era de Software como Serviço (SaaS) e o primeiro cliente era a Band. A idéia era facilitar a gestão de vídeos através de um sistema unificado, pronto para a era da convergência e seguro.

As diferentes plataformas precisam se adequar às novas exigências do mercado. Devem ser mais abertas e conectadas com diferentes aplicações na Internet.

Os gestores querem sistemas de fácil utilização, com bom design, baseados na web e integrados com o mundo. Eles estão acostumados a navegar no youtube, orkut, facebook e querem cada vez mais aplicações que sigam a mesma linha.

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CORRENTE CRÍTICA: O fim do desperdício em projetos

Por Samba Tech em Samba Insight em julho.2.2009

Estouro no orçamento, atrasos e comprometimento do conteúdo são os principais problemas enfrentados em projetos de software.

Avaliando que em projetos baseados no modelo PMI, a fase de planejamento corresponde em média a 30% do cronograma total, verifica-se o verdadeiro caos que é trabalhar com estimativas de projetos de software. Para quebrar esse paradigma o físico israelense. Dr. Eliyahu M. Goldratt apresentou ao mundo a Corrente Crítica.

A Corrente Crítica é considerada um dos maiores avanços na área de gerenciamento de projetos dos últimos 30 anos e tem sua origem na Teoria das Restrições.

Assim como em uma corrente, a empresa é tão forte quanto o seu elo mais fraco. Logo, se quisermos melhorar o desempenho do sistema, precisamos conhecer sua principal restrição e atuar nela, de forma a promover um processo de melhoria contínua. (A Meta, Eliyahu Goldratt)

Conforme Goldratt explica no livro “Corrente Crítica” as previsões de estimativas são fornecidas sempre por pessoas distintas, que têm somente acesso às etapas dos projetos nas quais estão diretamente envolvidas. Há uma tendência natural, impulsionada pela incerteza característica da atividade, de se pôr o máximo de segurança nos tempos de processo.

Diferentemente dos atrasos de uma atividade, que são passados para outras atividades por completo, comprometendo todo o cronograma do projeto, os avanços feitos em uma atividade são geralmente desperdiçados. Estes mecanismos de “segurança” que são embutidos e prejudicam as estimativas são o que o autor caracteriza como:

Síndrome do estudante: é esperar que uma atividade se torne realmente urgente para realizá-la.

Lei de Parkinson: é fazer com que o trabalho se expanda para preencher todo o tempo disponível, mesmo que a atividade possa ser concluída antes do tempo, o recurso gastará todo o tempo estimado.

A Corrente Crítica sugere que se planeje as atividades estimando suas durações de forma agressiva, reduzindo o tempo, mas de forma que seja possível a realização, para cada atividade do cronograma.

Os tempos estimados que representam essa “margem de segurança”serão colocados ao final do cronograma, que geralmente é uma estimativa baseada na média da duração das tarefas. Assim consegue-se uma redução em torno de 50% da estimativa original do cronograma. Esta margem de segurança é chamada de “pulmão”.

Exemplo:

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Podemos perceber que trabalhar com corrente crítica em projetos é uma mudança de paradigma necessária e fundamental para que os projetos de software possam ter respaldo e confiança dos clientes, eliminando todos os desperdícios que são embutidos nas atividades estimadas.

As metodologias ágeis também trabalham de forma a reduzir as “margens de seguranças” existentes em cronograma de projetos. Uma agregação de valor para os projetos de software poderia ser o uso de uma metodologia ágil com os conceitos de Corrente Crítica. Vale à pena pensar no assunto!

REFERÊNCIAS:

GOLDRATT, ELIYAHU. The Goal. Great Barrington: North River Press, 1992.

GOLDRATT, ELIYAHU. Critical Chain. Great Barrington: North River Press, 1997.

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