Samba é destaque na EXAME!

Amigos,
Na edição de outubro, a revista EXAME trouxe no seu “Especial | Investimentos” a matéria “O Novo Boom de Startups”. A Samba, é claro, não poderia ficar de fora.
Assinada por Luiza Dalmazo, a reportagem mostra como o cenário nacional está favorável para a criação de start-ups e como consequência disso, o grande interesse de investidores estrangeiros em apostar seu capital na tecnologia do país.
Dalmazo conta que “o Brasil entrou no radar dos maiores fundos de capital de risco do mundo, os mesmos que ajudar a transformar ideias como Amazon, Yahoo!, Google e Twitter em nomes conhecidos e admirados mundialmente.” Isso acontece, entre outros fatores, pelo bom momento da economia, a chegada de internet as classes C e D e a conhecida obsessão dos brasileiros pelas redes sociais.

Para os investidores, o Brasil é muito mais parecido com a Europa e o Estados Unidos. As inovações brasileiras têm muito mais chance de ganhar esses mercados. Criar uma empresa de base tecnológica, nos dias de hoje, está muito simples. Ninguém precisa mais se preocupar em montar sua própria (e caríssima) central de dados. Tudo agora é feito da “nuvem”, ou seja, se o negócio cresceu? Basta um clique para aumentar os servidores. Dessa forma, com a queda dos custos de infraestrutura e o interesse dos investidores brasileiros e estrangeiros, o ritmo de criação de start-ups está acelerado.
Quando esses investidores e suas empresas de Venture Capital investem seu capital numa start-up, eles buscam duas saídas: venda, ou abertura de capital na bolsa de valores. A jornalista explica que “na época da explosão da bolha, a saída desejada era a bolsa. Hoje, a melhor oportunidade é a venda, seja para fundo de private equity, que buscam negócios de prazos mais longos, ou então para outra empresa”.
Gustavo Caetano, nosso CEO, diz na matéria que “conseguir apoio antes era muito difícil”, mas que, com o boom do Brasil no cenário mundial, as start-ups estão sendo procuradas constantemente por fundos estrangeiros, sejam “angels” ou grandes Venture Capitals, como o DFJ FIR Capital, empresa investidora da Samba.
É assim que o Brasil vem configurando um grande potencial em relação à criação de strat-ups em especial aquelas ligadas à tecnologia. A gente apostou num negócio inovador e de alto risco há 6 anos e atualmente estamos colhendo os frutos. Esse reconhecimento é consequência de um trabalho em conjunto da família Samba com os clientes e aqueles que acreditaram que isso seria possível.
Vamo que vamo!
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