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10 coisas um Venture Capital procura numa start-up – parte 2

Por Pedro "Feliz" Filizzola em Samba Insight em abril.26.2011

Amigos,

Ontem citei algumas ações e dicas de como fazer brilhar os olhos de investidores. Hoje compartilho com vocês as últimas 5 coisas um Venture Capital procura numa start-up.

6 – Timing


Saiba o tempo certo de aparecer. É preciso ter o feeling do momento exato de comprar uma nova empresa, dar uma resposta à concorrência ou mudar o plano de negócios. Ideias são como bocas: todo mundo tem. Elas podem ser excelentes, mas precisam ser colocadas em prática no tempo certo.

7 – Cultura


A cultura de uma empresa reflete o que ela é. A forma como os processos internos são conduzidos faz a diferença em como a empresa vai desenvolver seus produtos/serviços. Um ambiente colaborativo e criativo tende a ser mais produtivo e rápido. Essa é uma vantagem que faz a start-up poder competir com uma grande empresa.

8 – Modelo de monetização


Start-ups para terem sucesso devem mostrar aos VCs como vão ganhar dinheiro, ou seja, como o mercado irá receber o produto/serviço. Para VCs não adianta uma ideia que vai mudar o mundo se ela não for gerar receita. Start-ups são empresas e todas as empresas nascem para dar lucro.

9 – Diferencial competitivo


Você não pode criar um produto que pode ser copiado facilmente. Se você está num mercado com 100 competidores, a sorte vai definir que vai vencer, não o talento. Procure um mercado que ninguém tentou e construa um diferencial que seus concorrentes vão pensar ser impossível de alcançar.

10 – Saída


Todo centavo que um Venture Capital investe na sua start-up tem que voltar pra casa. Qualquer um pode abrir uma empresa, mas nem todo mundo vai ter uma estratégia de saída. VCs procuram empresas que tem uma boa chance de vencer no mercado, dessa forma eles irão recompensar os riscos que tiveram quando o capital foi aplicado. Se o dinheiro fica parado ele não tem como voltar, e isso é um grave problema.

São pontos chave como esses que vão fazer a diferença na hora de fundo de investimento investir ou não na sua empresa. Perca o medo e procure pelo Venture Capital que tem mais a ver com você e seu negócio. A economia brasileira passa por um momento próspero e nunca se viu tantas oportunidades, adéque sua start-up e garanta um fundo que irá financiar o seu “boom” no mercado.

Uma start-up é um carro numa pequena descida, ele pegará embalo com o tempo, mas imagina se estivesse acelerando?

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10 coisas um Venture Capital procura numa start-up – parte 1

Por Pedro "Feliz" Filizzola em Samba Insight em abril.25.2011

Amigos,

A batalha em ser investido por um fundo de investimento não é fácil e os empreendedores precisam ter consciência disso. Achar o Venture Capital certo e confiar que ele não “roube” sua start-up é algo que, especialmente no país, tira o sono de muita gente.

Estamos percebendo uma crescente movimentação de empresas de capital de risco, não só tupiniquins, mas de todo o mundo, no sentido de buscar novos empreendimentos. Eles já enxergaram o bom momento do Brasil e querem investir capital para alavancar a atuação e prosperar no mercado.

A Samba é investida pela FIR Capital, VC brasileiro subsidiário do Norte-americano DFJ – que já investiu em empresas como Skype e Hotmail. O processo de negociação foi árduo, mas no final temos a certeza que escolhemos o parceiro certo para auxiliar nosso crescimento.

O que as start-ups precisam ter em mente é que Venture Capitals querem investir seus milhões na sua empresa, para isso você só precisa convencê-los. Como? Simon Olson, ex-integrante da FIR Capital e atual Gerente de Novos Negócios da Google, apresentou para a gente há algum tempo alguns pontos chave, que eu compartilho com vocês agora. Fique tranquilo, eles vão além da “Conversa de elevador”. ;-)

1 – Liderança


O líder é a pessoa que representa a empresa. Ele deve ter:

Paixão – Acorda e dorme pensando sobre a sua start-up. Ama o que faz e provavelmente pode fazer tudo para ver seu sonho realizado.

Visão – Vive nesse mundo, mas pensa sempre a frente, em como as coisas podem ser melhoradas.

Flexibilidade – Ter a cabeça aberta e aceitar mudanças e opiniões de terceiros é importante para um grande líder. Mesmo porque ninguém tem um plano perfeito.

Habilidade de recrutar – Atrair talentos que vão acreditar no sonho pode fazer a diferença. Se o líder for bom programador é importante que ele encontre alguém bom em marketing ou vendas.

Elasticidade – O ciclo de vida de uma start-up é irregular e incerto. Líderes devem ter a habilidade de se adaptar a qualquer situação.

2 – Equipe


É muito importante ter na equipe pessoas diferentes. O que mata muitas start-ups é que elas não são balanceadas. Quando você tem conhecimento e facilidade em uma área não contrate funcionários com as mesmas habilidades. Talentos têm que ser complementários, só assim você conseguirá ter uma discussão com diferentes pontos de vista.

3 – Tamanho do Mercado


Vamos encarar os fatos, cedo ou tarde você terá concorrentes. Bom, então para ter sucesso seu mercado de atuação tem que ser grande o bastante para caber todo mundo. Falando em termos de risco, uma empresa num mercado maior tem mais chance de lucrar. VCs dão mais atenção à esses mercados pela simples razão de que se der certo o investimento, o retorno é maior.

4 – Demanda


Empresas de capital de risco procuram por start-ups que tem compradores. Não adianta nada criar um produto revolucionário que não é bem aceito ou que você mesmo não usaria. Venture Capitals gostam de ver pessoas implorando para empresas resolverem seus problemas.

5 – Curva de crescimento


Quanto mais sua empresa cresce, mais rápido ela vai atingir o breakeven e começar a lucrar ou vai achar uma saída. VCs sabem que a maioria das empresas não vai prosperar, por isso elas investem em 10 para lucrar em 1. Então, quanto maior for sua curva de crescimento maior a chance dessa empresa ser a sua.

Amanhã compartilho com vocês a segunda parte com as 5 últimas coisas que um Venture Capital procura numa start-up.

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Você conhece a história da Samba?

Por Samba Tech em Samba Insight em outubro.22.2010

História da Samba

Amigos,

Uma vez Gustavo Caetano, nosso CEO falou: “não podemos esquecer de onde viemos”. Essa frase marcou e é uma coisa que sempre aplicamos aqui dentro. Pensando nisso, quero compartilhar com vocês a história da Samba, contar um pouco de como a empresa surgiu e como ela chegou até aqui. Muitos não sabem, mas já fomos uma empresa de joguinhos de celular. Não acredita? Leia abaixo!

O ano era 2004, Gustavo estava no último semestre de Marketing no Rio de Janeiro e era estagiário da Unimed, onde seu pai trabalha. Lá ele já se sentia incomodado com a burocracia e hierarquia. Para aprovar uma ideia tinha que passar por tantas pessoas que ela acabava se perdendo.

Foi ai que, ao ganhar um celular top de linha da época – que se resumia uma tela colorida 16 cores – Gustavo, esperando por um vôo no aeroporto, tentou baixar um joguinho para se distrair e não conseguiu. Bom, ele tinha acabado de aprender na faculdade que quando você quer alguma coisa que não existe é porque isso tem demanda de mercado! Chegando em casa ele pesquisou sobre o assunto e viu que o mercado de games para celular já existia na Europa e EUA. Gustavo então montou um plano de negócios e viajou para Londres onde apresentou a ideia da Samba para um produtor de jogos. Ele curtiu a ideia e resolveu apostar na distribuição aqui na América Latina.

Com o primeiro passo dado surgiu um empecilho: “com qual dinheiro abrir a Samba?”. Gustavo chegou para o pai dele e falou: “Pai, me apresenta um cara rico que eu quero abrir minha empresa!”. Com o capital desse “Angel”, Gustavo montou a Samba numa sala de 5 m2. Rodrigo Paolucci, nosso atual Diretor de Marketing, começou a trabalhar na área de conteúdo e a Samba se tornava umas das primeiras empresas a distribuir jogos de celular no Brasil. Como o mercado era novo, a Samba agiu rápido e conseguiu distribuir os games em mais de 40 canais em toda a América Latina, abrindo escritório no Chile e na Argentina.

Nessa época, a Samba crescia tanto no tamanho físico quanto o número de funcionários. A cultura interna e o DNA da empresa se tornaram fortes. O clima descontraído, a estrutura horizontal, os horários flexíveis e a chamada “família Samba” foi formada. Não existia – e nem existe – essa de “sala do presidente” e as pessoas falavam e eram ouvidas.

Só que em 2007 Gustavo percebeu que esse mercado tinha pouca chance de “escalar”. As grande marcas já estavam tomando conta das grandes operadoras e todos brigavam pela mesma – e pequena – fatia de bolo. Nesse período a comunicação digital estava na adolescência, e foi pensando nisso que a Samba mudou seu foco de atuação. Apostando no mercado de vídoes online desenvolvemos uma plataforma para gestão e distribuição de conteúdos na internet. A troca de informações por streaming de vídeo era a tendência e o Gustavo enxergou isso cedo.

Apesar de novos e inexperientes conquistamos grandes contas e começamos a nos diferenciar por um relacionamento muito próximo com nossos clientes e uma tecnologia de ponta, entregue da melhor forma possível. Em 2008 recebemos o aporte financeiro do DFJ FIR Capital. A empresa não se tornou apenas investidora da Samba, mas uma conselheira auxiliando no networking. Mas para isso acontecer não foi fácil, porque existem parâmetros rigorosos que empresas de Venture Capital buscam antes de investir.

6 anos, muitos clientes, parcerias estratégicas, prêmios e reconhecimento internacional depois a Samba continua com a mesma cara de quando o jovem Gustavo corria atrás de seu sonho.

Hoje temos nossos valores plotados na parede, um ambiente de trabalho descontraído, mesas sem divisória, puffs e uma geladeira cheia de refri. Mas o que diferencia a gente das outras são as pessoas que acreditaram nesse sonho e contribuem de alguma forma para a Samba estar onde está!

O Gustavo fez com que a gente “não se esquecesse de onde viemos”. Valeu família Samba!

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Samba é destaque na EXAME!

Por Samba Tech em Samba na Mídia em outubro.1.2010

Gustavo na Exame

Amigos,

Na edição de outubro, a revista EXAME trouxe no seu “Especial | Investimentos” a matéria “O Novo Boom de Startups”. A Samba, é claro, não poderia ficar de fora.

Assinada por Luiza Dalmazo, a reportagem mostra como o cenário nacional está favorável para a criação de start-ups e como consequência disso, o grande interesse de investidores estrangeiros em apostar seu capital na tecnologia do país.

Dalmazo conta que “o Brasil entrou no radar dos maiores fundos de capital de risco do mundo, os mesmos que ajudar a transformar ideias como Amazon, Yahoo!, Google e Twitter em nomes conhecidos e admirados mundialmente.” Isso acontece, entre outros fatores, pelo bom momento da economia, a chegada de internet as classes C e D e a conhecida obsessão dos brasileiros pelas redes sociais.

a vez do brasil - EXAME

Para os investidores, o Brasil é muito mais parecido com a Europa e o Estados Unidos. As inovações brasileiras têm muito mais chance de ganhar esses mercados. Criar uma empresa de base tecnológica, nos dias de hoje, está muito simples. Ninguém precisa mais se preocupar em montar sua própria (e caríssima) central de dados. Tudo agora é feito da “nuvem”, ou seja, se o negócio cresceu? Basta um clique para aumentar os servidores. Dessa forma, com a queda dos custos de infraestrutura e o interesse dos investidores brasileiros e estrangeiros, o ritmo de criação de start-ups está acelerado.

Quando esses investidores e suas empresas de Venture Capital investem seu capital numa start-up, eles buscam duas saídas: venda, ou abertura de capital na bolsa de valores. A jornalista explica que “na época da explosão da bolha, a saída desejada era a bolsa. Hoje, a melhor oportunidade é a venda, seja para fundo de private equity, que buscam negócios de prazos mais longos, ou então para outra empresa”.

Gustavo Caetano, nosso CEO, diz na matéria que “conseguir apoio antes era muito difícil”, mas que, com o boom do Brasil no cenário mundial, as start-ups estão sendo procuradas constantemente por fundos estrangeiros, sejam “angels” ou grandes Venture Capitals, como o DFJ FIR Capital, empresa investidora da Samba.

É assim que o Brasil vem configurando um grande potencial em relação à criação de strat-ups em especial aquelas ligadas à tecnologia. A gente apostou num negócio inovador e de alto risco há 6 anos e atualmente estamos colhendo os frutos. Esse reconhecimento é consequência de um trabalho em conjunto da família Samba com os clientes e aqueles que acreditaram que isso seria possível.

Vamo que vamo!

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Samba é citada na revista TIME como start-up referência no Brasil

Por Samba Tech em Samba na Mídia em agosto.13.2010

bee time

Amigos, it’s Samba TIME!

É com muito orgulho que anunciamos que a Samba saiu ontem, dia 12 de Agosto, em uma matéria na conceituada revista americana TIME. A matéria, “Brazil’s Start-Up Generation”, ressalta as oportunidades e desafios para se montar uma start-up no Brasil.

Segundo a revista, o país tem um grande potencial de crescimento, levando em conta principalmente o enorme investimento em tecnologia. Esse potencial é catalizado pela aposta de empreendedores em desenvolver start-ups de classe mundial, além de uma competente mão de obra especializada em TI.

A TIME relata ainda que a cultura de buscar investimento de capital de risco, os chamados Venture Capitals (VC), está se consolidando agora – algo que nos EUA já é bem difundido. Apesar dos desafios encontrados no Brasil, a revista cita a Samba como uma sobrevivente “que em três anos construiu um negócio altamente lucrativo e com o crescimento de 300% ao ano”.

Recebemos um aporte financeiro de 4,7 milhões de reais da FIR Capital, fundo de Venture Capital brasileiro subsidiado pelo norte-americano DFJ. Além do capital, a FIR nos auxilia no acompanhamento estratégico e gerencial, contribuindo para abrir novas portas e continuar o crescimento no mercado.

Temos orgulho de ser brasileiros!

Confira aqui a matéria na íntegra.

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