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Previsões para o consumo de vídeos online em 2013 – mobile vídeo

Por Pedro "Feliz" Filizzola em Samba Insight em novembro.28.2012

Amigos,

Final de ano é sempre o momento de fazer o balanço do que passou e projetar as tendências para os próximos 12 meses. Falando em vídeos online, segundo o eMarketer, as previsões são de um grande aumento no consumo de conteúdos através de dispositivos móveis.

Passou 2012 focando 100% na web? Isso significa que é hora de começar o próximo ano apostando em conteúdos multi-devices se não quiser perder audiência e revenue em publicidade.

Veja o infográfico de 5 dicas para produzir Vídeos Online em Mobile.

A tendência de telas maiores, processadores mais robustos e melhores e acesso a dados de forma mais rápida, são alguns dos pontos que justificam essa tendência. Isso, juntamente com o fato das pessoas estarem substituindo os antigos telefones por smartphones que suportam vídeos certamente são argumentos mais do que suficientes para endossar o aumento do consumo.

Num retrato do que o report US Digital Media Usage: A Snapshot of 2013 produzido pelo eMarketer mostrou, 73.3 milhões de pessoas assistiram vídeos online em dispositivos móveis nos EUA esse ano. Isso equivale a 23% da população do país e quase 30% dos usuários de celulares.

Outro ponto de destaque para o próximo ano está na TV na Internet e filmes consumidos online. Um aumento de 12,8% significa que 1 em cada 3 norte-americanos assistirão Web TV. Desde de que as recentes pesquisas mostraram que a publicidade em vídeos online é um bom complemento para anúncios de TV e que muitas agências a anunciantes estão começando a comprar os dois juntos – como estratégia casada – mais capital será impulsionado para o inventário de vídeos.

Fato é que o número de online vídeo viewers vai só aumentar a medida que a nova geração começar a ter idade para que os vídeos passem a fazer parte do seu cotidiano e que a “geração da TV” migrar seus hábitos para consumir os conteúdos de forma online.

Fazendo um balanço, 2012 foi excelente para os vídeos online e publicidade em vídeos, mas 2013 promete ser disruptivo – independente do device que o conteúdo será consumido. Em mobile, segmentação e geo-localização continuam sendo palavras mágicas para maior audiência e melhor forma de monetização com conteúdo.

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A importância da estratégia de cross media para o aumento de video views

Por Guilherme Lima em Samba Insight em novembro.16.2012

Olá amigos,

Já compartilhamos aqui no Blog da Samba diversas dicas de como promover os vídeos na web para o aumento e fidelização da sua audiência. Porém, sabemos que as táticas para o aumento de video views devem ser constantemente analisadas e ajustadas de acordo com os resultados alcançados e metas traçadas. Pensando nisso, resolvemos compartilhar no post de hoje uma lista dos tipos de canais de mídia que, se utilizados de forma integrada, certamente vão potencializar a sua estratégia de vídeos online. Vamos lá?

PAID MEDIA – Promovendo os seus vídeos com mídias pagas

Mídia paga é um tema por vezes controverso. E uma das razões de ser controverso é porque alguns produtores de conteúdo insistem em analisar a efetividade de uma mídia somente ao número de visualizações conseguidas. Relacionar o sucesso de uma mídia apenas ao número de views alcançados nem sempre é a melhor métrica a se usar. Isso porque, em muitos casos, a mídia paga tem o objetivo apenas de gerar um buzz inicial sobre um assunto ou conteúdo produzido. E a partir do conhecimento das pessoas, as visualizações podem se multiplicar quase como em um passe de mágica.

Maravilha, não? Excelente. Mas quando você for mensurar de onde vieram grande parte da audiência verá que nem sempre ela teve origem direta do investimento realizado. E isso pode fazer com que você tire uma conclusão precipitada de que as mídias pagas não estão trazendo muito resultado.

Apenas para exemplificar, imagine que uma pessoa viu a sua publicidade e foi direcionada a assistir um vídeo. Logo depois ela postou o link do conteúdo nas redes sociais e conseguiu atrair rapidamente uma quantidade de pessoas maior do que com a mídia paga (sim, quase um Luciano Huck). Isso não quer dizer que a mídia que você utilizou não teve um papel fundamental na sua estratégia, compreende? Se bem utilizadas, as mídias pagas podem sim trazer um bom resultado para a sua estratégia em vídeos online e aumento dos seus views.

Exemplos de tipos de mídia paga: Publicidade digital, Banners, Pay-Per-View, Rich Media, In-stream.

OWNED MEDIA - Promovendo vídeos com os seus próprios meios

Mídia de propriedade ou owned media é um site, uma página na rede social ou mesmo um espaço físico onde você pode divulgar os seus vídeos. Com este tipo de mídia, você pode tornar mais fácil as pessoas encontrarem o conteúdo ao incorporar o vídeo em um blog, página do Facebook, site ou mesmo via e-mail.

Exemplos de owned media: Site, blog, e-mail, hotsites, Redes Sociais, comunicados de imprensa, monitores nas lojas ou empresas.

SHARED MEDIA / EARNED MEDIA - Promovendo vídeos com mídia espontânea

Este é o tipo de mídia onde a promoção do vídeo está fora das suas mãos. Você já fez o trabalho para alcançar as pessoas, agora é torcer para que estes usuários se tornem seus fãs e compartilhem os seus vídeos com outras pessoas, seja nas redes sociais ou não.

Em redes sociais, como o Facebook, as ações dos usuários engajados com o seu conteúdo aparecem não só na sua página, mas também na página do próprio usuário. Se alguém comentou e curtiu o seu último vídeo publicado, o comentário irá aparecer visível nas suas atualizações e também na linha do tempo do usuário que comentou sobre o vídeo. E este é um dos pontos mais legais do shared media: você pode começar uma exposição de um vídeo para um grupo de pessoas através de um contato quase “acidental”.

That’s it! Estes são alguns tipos de mídia essenciais para quem produz vídeos conhecer e explorar diariamente na abordagem de marketing e exposição do seu conteúdo. Há tantas pessoas utilizando essas táticas não porque eles não estão confiantes em seu conteúdo produzido. E sim porque é muito melhor construir uma audiência de forma pró-ativa do que por acidente.

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Raio-x de como os vídeos foram utilizados nas eleições presidenciais americanas

Por Pedro "Feliz" Filizzola em Samba Insight em novembro.9.2012

Amigos,

A recente corrida presidencial americana mexeu com todo o mundo, não só por se tratar da eleição de uma das figuras políticas mais importantes do planeta, mas também por ser sido uma batalha extremamente acirrada nos bastidores.

Em 2008, a campanha eleitoral de Barack Obama revolucionou o mundo político – e se tornou base de estudos – ao usar a internet como catalizador da mensagem, doutrinando eleitores e arrecadando mais de US$ 5 bilhões em doações feitas via online. Neste ano, os organizadores da campanha de reeleição do presidente apostaram em uma nova revolução: customização da mensagem.

O diretor de toda a parte digital da campanha de Obama, Teddy Goff, montou um quartel general em Chicago para analisar uma base de dados afim de melhor direcionar a mensagem da campanha e definiu o detalhamento sobre o perfil de cada eleitor como uma mina de ouro política. Além do massivo investimento e aposta na viralização da mensagem através de mídias sociais, os vídeos online, sem dúvida, desempenharam um papel fundamental no processo eleitoral.

Um estudo da Pew Research Center contatou que 55% dos eleitores assistiram vídeos online relacionados à Política ou campanhas presidenciais. Mais do que uma simples mudança de comportamento, esse número mostra duas tendências: (a) consumo de conteúdos através de um maior número de devices, especialmente tablets, smartphones e Connected TVs; e (b) o vídeo como um importante fator na educação política da população.

Confira abaixo alguns outros dados interessantes.

  • 48% dos eleitores registrados que usam internet assistem reportagens em vídeo online sobre notícias a respeito de política ou eleições.
  • 40% assistem vídeos de discursos, conferências de imprensa ou debates dos candidatos gravados antes da eleição.
  • 39% assistem a vídeos informativos para se inteirar sobre uma questão política
  • 37% assistem a vídeos sarcásticos e de humor sobre assuntos políticos.
  • 36% assistem as propagandas políticas de forma online.
  • 28% assistem a transmissões ao vivo de discursos, conferências de imprensa, ou debates dos candidatos.

Tratando-se do conteúdo em si, a pesquisa aponta que quase 70% dos “eleitores online” assistiu algum tipo de conteúdo em vídeos sobre as eleições. Confira a tabela abaixo.

Publicidade em vídeos

Esta eleição também mostrou uma evolução na comercialização de espaços publicitários em “tempo real” em mídia display, mas principalmente e de forma mais significativa em video advertising – ideal para a veiculação de vídeos que prezam por conteúdos emotivos e/ou ataques diretos ao concorrente.

Numa eleição tão acirrada e decidida por estados indecisos, mudança de estratégia, customização da abordagem e compra de mídias em real-time ofereceram flexibilidade, controle e direcionamento cirúrgico da mensagem. Além disso, um dos principais benefícios dessa estratégia foi o de evitar desperdícios com a compra de espaços publicitários em dias que antecederam a eleição – caríssimos e escassos – focando a campanha em mídias que atingiram apenas em eleitores indecisos.

O targeting da publicidade política é particularmente rica, combinando dados de registro de eleitores e retargeting com base no comportamento prévio dos eleitores ou pesquisas de opinião. Como acontece com qualquer campanha de vídeos ads, os profissionais de marketing têm um enorme controle sobre quem vê um anúncio, onde e quando. Resultado disso: mais que nunca uma publicidade hiper-personalizada.

Historicamente as eleições – assim com a indústria bélica – ditam as “novas regras do jogo” no mundo digital. O recado dessa foi: vídeos online, vídeo ads e personalização. Coincidência ou não exatamente o que a Samba Tech e Samba Ads estão apostando.

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Episódios de TV perdidos pelos usuários aumentam o consumo de vídeos online

Por Guilherme Lima em Samba Insight em novembro.1.2012

Olá amigos,

Nos últimos anos percebemos claramente uma forte tendência de migração na audiência da televisão para outras mídias, em especial a internet.

A web certamente é uma das formas de entretenimento que mais cresceu na última década e tem atraído um grande número de seguidores. Muitas pessoas têm cancelado suas assinaturas de TV e aceitado de braços abertos estes novos tipos de mídia. Porém, o que parecia ser uma conclusão óbvia, se mostrou um pouco mais complexo. Segundo um novo estudo da TV Guide, este perfil de espectadores são minoria entre os consumidores de vídeos online.

O relatório sugere que o crescimento em vídeos online é impulsionado em grande parte por pessoas que perderam episódios na TV e buscam estes conteúdos disponíveis na web. Ou seja, ao contrário do que alguns consideram como a “morte lenta” dos programas de televisão incentivada pelos novos hábitos de consumo, o estudo mostra que o envolvimento dos consumidores com a programação de TV continua forte – mesmo que, cada vez mais, eles sejam assistidos de forma online e em dispositivos móveis.

Um bom exemplo para ajudar a esclarecer o caso citado acima pode ser observado com o sucesso da novela Avenida Brasil. Imagine que você, fã da Carminha, Nina e cia limitada, tenha perdido o capítulo final da novela. Certamente você iria buscar este conteúdo online, não é mesmo? E isso não quer dizer que você tenha migrado de vez para a internet, e sim que estas duas formas de consumo andam juntas e se dão muito bem.

Comprovado com os dados da pesquisa, cerca de 3/4 das pessoas que foram entrevistadas citaram isto como razão para o consumo do conteúdo online. Em contraste, apenas 8% disseram que assistiram à vídeos online porque haviam cancelado os seus serviços de TV por assinatura e, outros 10%, disseram que esse tipo de mídia seria a primeira opção para o consumo.

Outro insight interessante do estudo é que cerca de metade dos entrevistados disseram que o hábito de assistir um conteúdo de TV está altamente relacionado ao consumo simultâneo em outras telas, como smartphones e tablets. O que é uma notícia muito boa para as famílias em geral, que não precisam mais se desgastar em conflitos na escolha do programa de televisão.

Estamos combinados. Você assiste ao seu futebol na TV, sua mulher o portal de saúde no tablet e o filhão pode ficar à vontade com os jogos e desenhos no smartphone ;-)

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Educação a distância – Aprender com vídeos é tão eficaz como em sala de aula

Por Guilherme Lima em Samba Insight em outubro.19.2012

Olá amigos,

Esta é a era do vídeo. E os relatórios da ComScore com números impressionantes de consumo de vídeos no mundo não nos deixam mentir. No mês de Agosto de 2012, o mercado de vídeos online nos EUA atingiu uma alta histórica de 188 milhões de telespectadores com mais de 37 bilhões de vídeos consumidos na internet. E o desenvolvimento de novas tecnologias continuam a estimular o aumento progressivo destes números.

A forma de como utilizamos os vídeos online também está em constante transformação. Hoje, temos PCs, laptops, banda larga, telas planas e até smartphones menores que as nossas mãos.Tudo isso, somado à necessidade de consumo imediato e em grande escala de informação não poderia chegar a um resultado diferente: o sucesso dos vídeos online no mercado de EAD.

Entramos em uma fase de redução dos custos de produção, otimização do tempo de aprendizado e melhoria do material digital em diferentes formatos. Na sala de aula, os professores podem – e devem – explorar este material de várias maneiras: usando imagens, vídeos, podcasts, animações em Flash, exercícios interativos e outros recursos para tornar a experiência de aprendizagem completa.

Incluir os vídeos online nos cursos a distância tem um enorme ganho para as universidades, pois o elemento visual tem inúmeras vantagens. Ele traz o mundo exterior da sala de aula à rotina do aluno. Vídeos fornecem um estímulo maior do que um simples áudio ou escrita. Através deles é possível ver as expressões faciais das pessoas, a linguagem corporal e o ambiente em que a pessoa está inserida. Tudo isso a hora que o aluno quiser e onde ele quiser consumir o conteúdo.

A maioria das pessoas gostam do meio visual, que exige menos esforço por parte do espectador do que ouvir ou ler. Ele é, por sua natureza, divertido. Assistir à um vídeo, sem dúvida, é uma das melhores experiências para aprendizagem e assimilação do conteúdo. Ele combina um contexto visual com a linguagem falada, e em muitos casos, texto escrito na forma de legendas. Os vídeos agregam valor à mensagem e contribuem para o aumento da produtividade dos alunos, tornando o aprendizado mais intuitivo, recorrente e atemporal.

Um estudo de 2011 – realizado pelos cientistas norte-americanos do departamento de RUB de Neurofisiologia – provaram que não precisamos explorar ativamente o ambiente de sala de aula a fim de aprender. Mas que passivamente assistindo novas informações sobre uma tela de computador leva às mesmas mudanças na força das conexões das células nervosas no cérebro. E se os resultados do experimento estiverem corretas, o efeito de assistir a uma palestra em casa seria da mesma qualidade como aprender o tema em sala de aula. Ou seja, aprender com vídeos online seria tão eficaz como em sala de aula. Sensacional, não é mesmo?

Quer saber mais sobre os benefícios de usar vídeos online no EAD? Não deixe de acessar nosso hotsite sobre o assunto. Clique na imagem abaixo e deixe o seu contato com a nossa equipe.

Vamos te mostrar o quanto os vídeos online e as nossas soluções podem contribuir para os seus negócios =)

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Conteúdo, tecnologia e a viralização de vídeos na internet

Por Pedro "Feliz" Filizzola em Samba Insight em outubro.11.2012

Amigos,

Segundo a comScore, o Brasil conta com 83% da população online assistindo diariamente vídeos na internet e a previsão é de que, até o início do ano de 2013, eles sejam os responsáveis por mais de 50% do tráfego na web. Argumentos suficientes para mostrar que, querendo ou não, os vídeos vão “suportar” a internet num futuro muito próximo.

Chovendo no molhado e indo além dessas informações acima, os vídeos são mais ricos, têm modelos de monetização mais altos que as mídias de display e um grande diferencial: o usuário já deu o “play”, ou seja, você já conseguiu prendê-lo junto a seu conteúdo. Grades marcas e empresas já entenderam essa tendência e estão cada vez mais apostando no audiovisual em sua estratégia de comunicação. É nesse contexto que para auxiliar a escalar e aumentar a audiência dos vídeos, a tecnologia desempenha um papel importante, pontencializando a viralização do conteúdo produzido.

Só que antes de falar da tecnologia é necessário falar do vídeo em si pelo simples fato de que se você não tem um conteúdo interessante não existe tecnologia no mundo que vai fazê-lo ser um sucesso. No cenário digital – e aí falando de uma maneira mais ampla – é importante definir com clareza a abordagem que se vai tratar, ou seja, ter uma estratégia bem definida. No caso dos vídeos, os produtores têm que pensar no público alvo, tema, roteiro, edição, finalização, enfim, em tudo que compõe a mídia e o ambiente que ela está inserida.

Se formos pegar um exemplo, não tem como fugir do mais recente fenômeno Gangnam Style. Sem entrar na polêmica se a coreografia do rapper sul-coreano PSY é ou não engraçada, não podemos ignorar que o vídeo já tem, até o momento desses post, quase 430 milhões de visualizações e quase 4 milhões de “likes” (o vídeo mais curtido da história do Youtube). O que ele fez pra conseguir isso? Seguiu a risca uma “receita de bolo” para tornar um vídeo viral:

(a) É algo divertido e inusitado que intrigou as pessoas – não vemos todo dia uma coreografia se tornar tão popular;
(b) Houve uma participação maciça dos internautas em geral – compartilhando, criando paródias, comentando;
(c) Teve o envolvimento de formadores de opinião e celebridades – quando você tem celebridades como Tom Cruise ou Katy Perry, Ellen Degeneres e até Britney Spears se rendendo a “the horse-riding dance a repercussão é muito maior.

Agora que o vídeo foi produzido, a tecnologia, dentro do cenário digital e de compartilhamento, se torna muito importante no sentido de se tornar um meio que facilite a viralização. Para isso temos dois momentos: quando o vídeo é publicado e quando ele é consumido. O que é importante quando falamos de um vídeo viral? Que ele esteja no maior número de lugares possível. Por isso é importante que ele ganhe alcance no momento que ele é publicado, sendo distribuído para qualquer aparelho conectado à internet: smartphones, tablets, consoles de video-game e Connected TVs. A tecnologia entra justamente nesse momento, fazendo com que o vídeo seja transformado para os formatos que vão tocar na tela daquele device. Depois de distribuído na internet, a tecnologia precisa facilitar o compartilhamento.

Quantas vezes ficamos com preguiça de compartilhar um conteúdo interessante simplesmente porque não tem um botão ali para isso? Ponto pra tecnologia! Que através de integração com redes sociais e sites de compartilhamento de vídeos conseguem, por meio de ícones e botões de social-sharing, facilitar a vida do usuário na hora de mostrar para um amigo o vídeo interessante que você assistiu.

Dessa forma, com esse tripé: conteúdo, alcance e facilidade de compartilhamento, temos um cenário propício para a viralização dos vídeos – e isso, porque não, pode contribuir muito para mobilização social.

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7 motivos para escolher uma solução profissional de vídeos online para a sua TV na Internet

Por Guilherme Lima em Samba Insight em setembro.25.2012

Olá amigos,

Não cansamos de falar aqui no nosso blog sobre a importância de se comunicar por meio dos vídeos online e os benefícios que eles podem trazer para as empresas de uma forma geral. Se você fizer uma rápida pesquisa – em nosso blog ou mesmo no Google – certamente vai encontrar artigos bem interessantes e fundamentados que confirmem a eficácia deste tipo de comunicação. É comum encontrar pessoas que defendam o uso dos vídeos online e que desejam iniciar um investimento nessa área.

Então, qual o maior problema para vender uma solução para gestão online deste conteúdo? Claro que eu não vou responder uma pergunta como essa em algumas linhas no nosso blog, mas vou levantar neste post um dos motivos que considero fundamental: Muitas pessoas e empresas ainda não compreenderam o porque elas devem pagar por uma solução de hospedagem e distribuição de vídeos online, quando elas podem optar por opções gratuitas como o YouTube ou Vimeo. A resposta é simples: Soluções profissionais de vídeos, como a Liquid Platform, fornecem benefícios cruciais para uma TV na Internet que serviços gratuitos não podem fazer, desde a parte de suporte técnico à ferramentas de marketing eficazes.

Abaixo listamos sete destas vantagens para vocês.

1-Suporte ao Cliente

Você já teve algum tipo de problema com um serviço gratuito, certo? E como reclamar de algo que você não paga por isso? Pois é, a falta deste apoio ao cliente é um dos grandes problemas das soluções gratuitas. Um bom fornecedor de tecnologia para vídeos online estará sempre disponível para o seu atendimento técnico e certo de que você realmente está com uma experiência positiva com o produto.

2-Analytics

Embora algumas soluções gratuitas forneçam alguns dados de exibições de vídeo, ao se tratar de uma solução de vídeos profissional, é possível que você saiba a popularidade do seu conteúdo, o perfil da sua audiência online, quais partes dos vídeos os seus usuários assistiram e quais partes eles se mostraram mais envolvidos com o seu conteúdo, entre outros insights interessantes. Uma boa compreensão e análise destes relatórios irá te ajudar bastante nos pontos vitais da sua estratégia de vídeos online: planejamento, segmentação e produção do conteúdo.

3-Personalização

Imagine que você levou horas estudando os comportamentos da sua audiência e realizou vários testes A/B, confirmando de que o seu público tem uma tendência a clicar em vídeos no qual o player está na cor verde. Muito bom o insight, não é mesmo? O problema é que soluções gratuitas geralmente não lhe dão este nível de personalização para a sua marca como em soluções pagas. Além disso, soluções pagas permitem a inserção do logo da empresa e também de ícones para compartilhamento do conteúdo na web.

4-Segurança

Seu conteúdo é valioso e você precisa controlar o acesso aos seus vídeos? Uma solução gratuita certamente não será a melhor opção. Isso por que, na maioria das vezes, a estratégia destas soluções é baseada em publicidade e a restrição de acesso ao seu conteúdo acaba não sendo um fator prioritário e estratégico para estas empresas. Então se você deseja compartilhar o seu conteúdo em um ambiente confiável e protegido, não pense duas vezes e opte por uma solução profissional.

5-Monetização

O incentivo de soluções gratuitas na hospedagem do seu conteúdo está baseado na monetização via publicidade veiculada à sua audiência. Isso mesmo, se você está pensando que o seu público alvo será bombardeado por anúncios ao assistir os seus vídeos – e sem a sua autorização – você está certo. Por outro lado, soluções profissionais te dão a liberdade de monetizar ou não o seu conteúdo produzido. E o melhor, elas te dão o controle de selecionar a publicidade mais adequada aos seus vídeos.

6-Recomendação de vídeos alinhado à sua estratégia

Se você utiliza bastante os vídeos online para promoção da sua marca ou produtos da sua empresa e não conta com uma solução de vídeos profissional, é bastante provável que você já tenha passado por uma situação semelhante à esta: O seu vídeo publicado conta com recomendações de vídeos que não são de interesse à sua marca, afetando negativamente para a sua estratégia e posicionamento. Você não vai querer que a sua audiência receba recomendação de um vídeo do seu concorrente ou de um consumidor insatisfeito com o seu produto, vai?

7-Facilidade no gerenciamento e distribuição

Dentro da sua estratégia de comunicação digital você tem portal próprio e quer ter facilidade para gerenciar e publicar vídeos para sua audiência, certo? Ao invés de constantemente copiar e colar embeds dos vídeos hospedados em soluções grátis, as soluções profissionais permitem uma gestão dinâmica do conteúdo que será veiculado, através de uma integração com seu site. Dessa forma, ações como colocar vídeos de destaque, cadastrar e inserir tags automaticamente, selecionar o melhor Thumbnail, podem ser realizadas com poucos cliques. Se você consegue gerenciar seus conteúdos facilmente você tem muito mais tempo para moldar melhores conteúdos e abordagens.

Calma, antes de encerrar a sua conta no YouTube é importante entender que cada solução carrega as suas especificidades e benefícios. Ou seja, plataformas gratuitas ainda podem fazer parte do seu planejamento de marketing desde que as soluções sejam utilizadas de forma complementar – para a viralização de conteúdos – e alinhado às estratégias que a sua empresa deseja seguir.

Agora que você já sabe dos benefícios de uma solução profissional, entre em contato com a nossa equipe e comece a utilizar os vídeos online na sua estratégia de marketing digital sem comprometer seus objetivos ou padrões profissionais.

Aguardamos o seu contato ;-)





 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Multi-screen, a tendência no consumo de conteúdos

Por Pedro "Feliz" Filizzola em Samba Insight em setembro.17.2012

Amigos,

O Google lançou um relatório muito interessante de como nossa sociedade se tornou multi-screen, ou seja, está consumindo conteúdos utilizando mais que uma tela: TVs, smartphones, PC/Laptops e tablets. Ele apresenta números sobre navegação web, compras, mídia – incluindo vídeos e TV, tanto sequencialmente (começa em uma tela e termina na outra) quanto simultaneamente (através de apps ou multitarefas).

O  estudo está bem completo, tratando assuntos desde Connected TVs ao consumo de cada mídia. Mas o ReelSEO fez uma análise do estudo ainda mais interessante para o nosso negócio, focando em algumas categorias que vale a pena dar uma olhada. Confira abaixo.

A pesquisa foi feita com mais de 1.600 pessoas e suas atividades capturadas durante 24h no segundo trimestre de 2012.

Sequencial x Simultâneo

Existem duas formas de consumir conteúdos usando multi-screen: sequencial ou simultâneo. O padrão de uso normalmente é mais sequencial, em que o usuário assiste primeiro o conteúdo numa tela e depois complementa a informação através de outra.

  • 90% dos participantes tiveram esse comportamento.
  • 77% assistiram TV com um outro dispositivo em mãos.

Esse último dado confirma uma tendência de comportamento dos usuários de se inteirar mais sobre o assunto ou de se distrair quando começam os comerciais. Usuários buscando alternativas aos comerciais? Humm, nada interessante para os anunciantes. Mas isso não é o fim do mundo. Existem formas de apresentar anúncios relevantes através da sincronização de conteúdos. A chave para isso é a comunicação entre os dispositivos e isso possibilita alternativas para amarrar uma boa campanha à segunda tela.

Por exemplo? Ao assistir um conteúdo em uma Connected TV, o usuário poderia ser rastreado e quando começar a ver um pedaço do vídeo na segunda tela, poderia ser oferecido uma experiência diretamente ligada a esse “segundo momento”. No caso de usuários sequenciais, produtos poderiam ser oferecidos ao final de shows e programas fazendo com que os usuários continuem interagindo com a marca – através da segunda tela.

E os vídeos?

Mas de fato, o que interessa pra gente: o quanto esses números equivalem a visualização de vídeos?

Primeiro, para os usuários sequenciais, quase 50% das vezes eles começam um vídeo em um dispositivo e vão para outro. Isso significa que é essencial para os produtores de vídeos que tanto a experiência quanto o conteúdo sejam otimizados com base na tela que o usuário está assistindo.

Abaixo um raio-x, por device, do consumo sequencial.

No caso do uso das telas de forma simultânea, um dado interessante: dentre as top atividades de um usuário multi-screen, vídeos online é apenas a sexta. Bad news? Não exatamente. O relatório do Google mediu apenas usuários que usam mais de uma tela. Isso significa que as pessoas estão “mergulhadas” no conteúdo que estão assistindo. ;)

Faça o download do estudo completo do Google aqui.

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O consumo de vídeos online durante os Jogos Olímpicos de Londres 2012

Por Pedro "Feliz" Filizzola em Samba Insight em agosto.21.2012

Amigos,

China, EUA e Inglaterra? Que nada, o grande vencedor das Olimpíadas foi o vídeo online. Mais do que cumprir a promessa de Jogos mais conectados, interativos e online, vimos uma cobertura via streaming que foi um game-changer no que diz respeito ao consumo de vídeos.

Para começar a NBC divulgou um report dizendo que a audiência diária durante o evento teve uma média de 7,1 milhões de visualizações durante o dia e 31.5 milhões durante a noite, um salto de 31% em relação a 2008 e um recorde para jogos não-americanos de Verão.

Mesmo com a transmissão ao vivo na internet de todos os jogos, a audiência durante o horário nobre da NBC não foi afetado. Porque? TV Everywhere! Apesar de alguns deslizes a cobertura via streaming foi satisfatória resultando em 100 milhões de vídeos consumidos, incluindo 45 milhões de live streaming – apenas nos primeiros 10 dias – por 10 milhões de americanos assinantes da TV à cabo.

Outro ponto que mostra a conectividade foi que 77% dos usuários da TV Everywhere da NBC recomendaram o serviço à amigos e familiares, provando que estavam satisfeitos com o serviço.

Segundo a BBC foram 106 milhões de requisições nos vídeos transmitido – mais que o dobro do que qualquer outro evento anterior. O top 3 partidas mais assistidas foram:

  1. Final do Tênis – Serena Williams e Andy Murray | 05 Ago – 820.000
  2. Ciclismo masculino | 01 Ago – 729.000
  3. Semi-final do Tenis – Serena Williams e Andy Murray | 03 Ago – 610.000

Além disso, um importante combustível para essa explosão de views foram os aparelhos móveis. Quase metade dos vídeos foram consumidos por smartphones e tablets. O Yahoo! atraiu mais de 2 bilhões de visitas nas suas 3-telas, gerando duas vezes mais page views do que os Jogos de Vancouver e Beijing juntos.

Tráfego no site bbc.co.uk teve uma explosão durante os Jogos, com a entrega de 2,8 petabytes no dia mais movimentado. A qualidade de streaming foi a melhor que a BBC já entregou, com média de mais de 1 megabit por segundo. O pico de tráfego foi em 1º de agosto com mais de 700 gigabits entregues por segundo.

Sem dúvidas esses foram os Jogos Olímpicos mais online da história e os vídeos online desempenharam um papel fundamental para tornar esse evento um marco e para projetar algo ainda mais grandioso para o próximo – na nossa casa.

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Samba Tech na Campus Party! Parceria com a YouCa.st promove a gravação de vídeos dos bastidores

Por Pedro "Feliz" Filizzola em Acontece na Samba em julho.30.2012

Amigos,

A Campus Party, maior evento do mundo focado em tecnologia, inovação e ciência, aconteceu pela primeira vez em Recife, num edição especial, fora da cidade de São Paulo. De quinta a domingo, os mais de 2.000 campuseiros assistiram palestras de debates de diversos assuntos que foram do empreendedorismo à inovação, passando por sustentabilidade e inclusão digital.

Evento de tecnologia? A Samba não poderia ficar de fora!

Através de um dos nossos parceiros, a YouCa.st, agência de notícias colaborativas que abastece os meios de comunicação com conteúdo gerado pelos próprios cidadãos, realizamos uma ação colaborativa com os campuseiros focando em vídeos online. Qualquer um que estivesse presente poderia participar do evento registrando os momentos que acharam interessantes: palestras, entrevistas, flash mobs, depoimentos, etc. Após gravado e postado no Youca.st o material poderia ser usado pela organização do Campus Party e estava concorrendo a iPhones 4S.

Além disso, os curadores também gravaram seus depoimentos sobre os bastidores e eles foram publicados no canal da Youca.st sobre o Campus Party. Os vídeos sobre a #CPRecife – assim como todos os outros publicados no YouCa.st – foram gerenciados e distribuídos através da nossa tecnologia.

Os 15 curadores – entre eles h.d.mabuse, Leonardo Leitão, Paulo Santana e Macyr Alves – ainda receberam um brinde personalizado: “Gravando os bastidores Like a Boss”.

Veja a caneca na foto postada no twitter do Leonardo Leitão.


Samba no #CPRecife: “Like a Boss”! ;)

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